sexta-feira, julho 31, 2015

La Chine dans un Miroir


CLAUDE ROY
fotog. Henri Cartier-Bresson, Denise Colomb, et alli

Lausana (Suíça), 1953
La Guilde du Livre
1.ª edição
28,3 cm x 22,2 cm (álbum)
2 págs. + 158 págs. + 6 folhas em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
impressão em rotogravura, capa protegida por papel de cristal
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
edição fora do mercado destinada apenas aos membros da guilda
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Claude Roy (1915-1997), poeta e ensaísta francês, com um percurso cívico que foi da reaccionária Action Française ao reformismo do Partido Comunista, que abandonou por altura da invasão da Hungria para, de novo, regressar a posições da “nova direita”. Sublinhe-se, todavia, as suas iniludíveis tomadas de posição contra os autoritarismos do século XX, assim como o seu conhecimento da China, quer antes quer depois da ditadura maoísta.

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quarta-feira, julho 29, 2015

A Burguezinha


A. M. LOPES DO REGO
pref. Aquilino Ribeiro

Lisboa, 1925
Livraria Aillaud & Bertrand (deposit.)
1.ª edição
19 cm x 13,2 cm
258 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do generoso prefácio de Aquilino:
«[...] Essa figura da burguesita, caprichosa, levemente romanesca, cheia de mimo, um tudo-nada voluptuosa, contraditória e malcriada, depara-se-me como o feliz padrão das mil e uma carochinhas que enxameiam pelo mundo.
[...] Pelo contêxto, pelo desfecho risonho “foram felizes e tiveram muitos filhos”, pelo tom de rosa, pela vivacidade expontânea de certos diálogos, êste livro está destinado a fazer as delícias dum público que só pede ao artista umas horas embevecidas e romançosas. E por aqui lhe vaticino um êxito tão vasto como o da Rosa do Adro [de Manuel Maria Rodrigues, editado em 1870].»

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terça-feira, julho 28, 2015

De la Propriété



A. [ADOLPHE] THIERS

Paris, 1849 [aliás, 1848]
Paulin, Lheureux et Cie, Éditeurs
«édition populaire a un franc» [1.ª edição]
16,5 cm x 11,3 cm
4 págs. + IV págs. + 388 págs.
subtítulo: Publiée sous les auspices du Comité Central de l’Association pour la Défense du Travail National
bonita encadernação antiga em meia-inglesa com invulgar gravação a ouro na lombada
aparado, corte carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Afonso Lucas
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Adolphe Thiers (1797-1877), responsável pelo cerco e esmagamento da Comuna de Paris em 1871, foi, na sequência do sucedido, eleito presidente da República, cargo que aceitou na esperança de um regresso a um regime de monarquia constitucional. Teve no anarquista Pierre-Joseph Proudhon o seu inimigo de estimação, e são mesmo as posições teóricas do livro deste último Qu’Est-ce que la Propriété?, publicado em 1840, o principal motivo aqui contraditado por Thiers.

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Fourier et Son Système


GATTI DE GAMOND

Paris, 1841-1842
Capelle, Libraire-Éditeur
5.ª edição
16,7 cm x 10,7 cm
4 págs. + XII págs. + 384 págs.
encadernação da época em meia-francesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Isabelle Gatti de Gamond (1839-1905), feminista militante e livre-pensadora, desenvolveu a sua actividade essencialmente como pedagoga.

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La Situation du Surréalisme entre les Deux Guerres




ANDRÉ BRETON

s.l. [Yale], s.d. [1942]
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
27 cm x 21 cm
34 págs. [17 folhas impressas apenas de um dos lados]
subtítulo: Discours aux Etudiants Français de l’Université de Yale (10 Décembre 1942)
impressão a mimeógrafo sobre papel avergoado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
tiragem de 250 exemplares, autenticada pelo Autor [«tirage limité à 250 ex. |  B [André Breton]»]
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição original desta rara conferência proferida por André Breton nos Estados Unidos, anterior, portanto, à sua reimpressão quer na revista nova-iorquina VVV (1943), quer em brochura nas edições Fontaine (1945) que Max Pol Fouchet, a partir da Argélia, fazia circular pela França ocupada.

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Le Surréalisme et la Peinture



ANDRÉ BRETON
pref. do editor Robert Tenger

Paris / Nova Iorque, 1945
Brentano’s, Inc.
1.ª edição [do vertente conjunto; «Achevé d’imprimer le deux avril mil neuf cent quarante cinq sur les presses de l’Imprimerie Albert Martin, Inc., New York»]
26 cm x 18 cm
208 págs. + 76 págs.
subtítulo: Suivi de Genèse et Perspective Artistiques du Surréalisme et de Fragments Inédits
profusamente ilustrado a preto e a cor
encadernação editorial em tela impressa a prata, com cromo colado na pasta anterior
exemplar como novo
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

A II Guerra Mundial levou inúmeros intelectuais e artistas a abandonar a Europa rumo ao novo continente, numa sangria do espírito e da imaginação. Entre os resultados de uma acção revolucionária ininterrupta, apesar da dispersão dos grupos, veio a beneficiar um público nova-iorquino até aí meio atordoado com o decorativismo de Norman Rockwell. O surrealismo de André Breton – e mesmo o dadaísmo cínico de Marcel Duchamp – deixaram rasto (a pop art, por exemplo, não passa de um neo-dadaismo tornado industrial, de linha-de-montagem). É neste contexto, por assim dizer de “emigração”, que surgem nos Estados Unidos várias publicações, artigos, filmes, conferências, mostras, etc., das correntes poéticas e outras, protagonizadas pelos seus pioneiros e mentores da primeira hora. O vertente livro encaixa-se nesse perfil.

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Les Pas Perdus [junto com] Point du Jour



ANDRÉ BRETON
capas de H. Cohen

Paris, 1970
Éditions Gallimard
s.i. («nouvelle édition revue et corrigée», ambos)
16,5 cm x 11 cm
2 x 192 págs.
da prestigiada colecção Idées NRF [Nouvelle Revue Française]
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de dois títulos do mentor do movimento surrealista francês, que reúnem artigos estendendo-se no tempo entre 1917 a 1933, e cujo ensinamento estético-filosófico, mas sobretudo o ensinamento cívico, constituíram a pedra de arremesso da liberdade – e das liberdades – que as gerações do pós-II Guerra Mundial melhor ou pior souberam chamar a si. Terá sido o “movimento” dadá em Zurique o real desencadeador anárquico de uma modernidade consequente; terá sido o movimento surrealista parisiense o seu disciplinador teórico; do mesmo modo, terá sido a geração da Internacional Situacionista e levar à rua, à praxis revolucionária urbana, essa bandeira de que, não somente a poesia tem que ser feita por todos, como há que transformar o mundo, mudar de vida.

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Ubu Roi ou Les Polonais [junto com] Ubu Enchainé suivi de Ubu Sur la Butte



ALFRED JARRY
prefácios de Jean Saltas
capa sobre ilust. AJ [Alfred Jarry]

Paris, 1959 e 1953
Fasquelle Éditeurs
57.º milhar e 1.º milhar
16,4 cm x 12,6 cm (ambos)
2 x 192 págs.
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir o do segundo volume
iniciais de posse no frontispício do primeiro volume
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alfred Henri Jarry (1873-1907) «[...] previu vir a ser um homem importante e gordo e, maire de uma pequena cidade, ver-se obsequiado pelos bombeiros com loiça de Sèvres. Sou desses jovens que deviam abominá-lo. [...] É preciso reconhecer que, no que toca a Jarry, a lição da nossa época leva-nos a encará-lo com respeito. Nós, os que durante esta guerra atingimos os vinte anos, isto é, a idade em que se começa a organizar a vida, devemos, ao fazer isto, ter em conta realidades implacáveis. Para não termos dissabores fomos levados a atribuir pouca importância a todas as coisas. E chegámos a exigir dos nossos poetas, dos nossos filósofos o mesmo sacrifício. A tal investida do racional, ninguém melhor que Jarry soube resistir.
[...] É evidente que lhe envenenaram a vida como a nenhum outro. Foi em Ubu que ele materializou a sua visão do professor de física, um ser torpe, estúpido e mau. [...]»
Jarry, após o sucesso da primeira representação de Ubu no Théâtre de l’Œuvre, perante um público ignaro literalmente «convidado a ver o seu “ignóbil duplo”, [mas que] preferiu tirar da peça uma moral do que havia nela de excêntrico», irá ele próprio, Jarry, passar a assumir-se como um aristocrático Dom Ubu.
«[...] Um dia, num jardim de Corbeil, Jarry entretem-se a desarrolhar champanhe a tiros de revólver. Para lá da cerca, a proprietária de uma vivenda, que vigiava os filhos, acorre, provincianamente vestida, quando algumas das balas se perdem pela propriedade, e apresenta-se com cerimónia. Faz ver a locatária que não lhe alugou um campo de tiro, e acrescenta, muito digna, que as suas crianças poderiam ter sido vítimas do jogo. “Ora, minha senhora, que importância tem isso! – interrompe Jarry –, nós fazemos-lhe outras.” [...]
Morreu em casa do Dr. Saltas, à noite, com umas pantufas calçadas, boné de pele na cabeça, e um sobretudo esfarrapado vestido. Na mão, uma bengala de chumbo, pronto para uma investida com os seus dois revólveres. [...]» (Fonte: André Breton, Les Pas Perdus, Idées NRF – Gallimard, Paris, 1970)

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O Super Macho


ALFRED JARRY
trad. Luiza Neto Jorge
capa e ilust. Nuno Amorim

Lisboa, 1975
Edições Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
19,1 cm x 14,8 cm
24 págs. + 184 págs.
exuberantemente ilustrado
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
inclui a cinta promocional
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alfred Jarry (1873-1907), de par com Rimbaud e Ducasse, veio a ser dos autores do século XIX mais acarinhados pelos absolutamente modernos surrealistas parisienses. É mesmo ele o pioneiro de um cruel humor negro inspirador de André Breton. Na vertente obra – segundo a nota editorial na badana –, «[...] Sem escabrosidade, mas igualmente sem preconceito de sentimentalismo ou subjectividade – portanto directo, puro, nu e cru – o romance de Jarry vem ao encontro de uma filosofia do amor erótico gerada pela “civilização mecânica” [...].» «O herói de O Supermacho consegue bater o record do “Índio tão celebrado por Teofrasto” de que fala Rabelais: às setenta do Índio responde com oitenta e duas seguidas no acto do amor. [...]»

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segunda-feira, julho 27, 2015

Poésies



ISIDORE DUCASSE, COMTE DE LAUTRÉAMONT
Georges Goldfayn
Gérard Legrand

Paris, 1960 [aliás 1962]
Le Terrain Vague
1.ª edição comentada
19,1 cm x 14,3 cm
224 págs. + 2 folhas em extra-texto + 48 págs. (não numeradas)
impresso sobre papel superior Alfa-Mousse de Navarra
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
assinatura de posse do escritor surrealista Ricarte Dácio
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais profunda edição crítica alguma vez levada a cabo em torno do poeta luciferino francês, do mesmo modo que dava, finalmente, a conhecer este controverso livro, e de muito restrita circulação, à generalidade dos leitores. Goldfayn surge para as letras surrealistas em 1951 na designada, por André Breton, «segunda geração». Podemos encontrá-lo, episodicamente, também como actor da dupla de realizadores Danièlle Huillet / Jean-Marie Straub, mas ainda como empregado de um famoso bar de jazz parisiense, o Storyville. Legrand, igualmente colaborador próximo de Breton, destacou-se, por seu turno, como crítico de cinema.

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Lautréamont


GASTON BACHELARD

Paris, 1939
Librairie José Corti
1.ª edição
18,7 cm x 12,1 cm
6 págs. + 202 págs.
exemplar estimado, com oxidação generalizada do papel; miolo limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Isidore Ducasse, conde de Lautréamont, constitui o maior enigma da literatura francesa moderna. Franco-uruguaio, que a morte levou aos 24 anos de idade, a violência dos seus Cantos de Maldoror e a cínica blandícia das Poesias (ou Prefácio a um Livro Futuro) configuram a maior agressão desde sempre feita à cultura ocidental centro-europeia, e às suas pretensões de modelo e exemplo a seguir pelos autóctones das áfricas além-eixo. (Note-se que foram precisamente os países do eixo – França incluída – que instauraram a barbárie no século da modernidade!...).
No vertente ensaio, o notável filósofo Gaston Bachelard socorre-se do método psicanalítico na abordagem literária. Investigação, na altura, pioneira, e que consiste no primado, ou na suspeita, de que o objecto em estudo não funciona bem. Todavia – podemos hoje sublinhar –, pondo nos pratos da balança de um lado Maldoror e no outro extremo, por exemplo, o gueto de Varsóvia, lá se vai então a operatividade de um método a braços com a falta de demarcação entre o bem e o mal...

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Lautréamont



GASTON BACHELARD

Paris, 1963
Librairie José Corti
s.i. («nouvelle édition augmentée»)
18,8 cm x 12 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do escritor surrealista Ricarte-Dácio
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Sonho do Tio


FÉDOR DOSTOIEWSKY
trad. Domingos Monteiro
capa de João [Carlos]

Lisboa, s.d. [1942]
Editorial «Gleba», L.da
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
192 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do tradutor:
«[...] circunstância curiosa que acompanha a elaboração do Sonho do Tio é ter sido escrito êste livro ao mesmo tempo que preparava o material necessário para a redacção de uma das suas obras fundamentais e porventura a mais sombria de tôdas: Recordação da Casa dos Mortos. De facto, êle passara 4 anos num presídio siberiano, sujeito, entre outras, à tortura de não poder ler nem escrever, isto depois de ter sido condenado à morte (como é sabido, a sentença só foi suspensa quando êle se encontrava já em frente do pelotão de execução) [...]»
E se a Casa dos Mortos vai ser povoada por alguns dos mais sinistros personagens da literatura ocidental, já O Sonho do Tio não passou de um incontornável exercício literário preparatório para a grande obra negra, não por acaso escrito num registo de comédia.

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sexta-feira, julho 24, 2015

“Orpheu” – Revista Trimestral de Literatura [junto com] Orpheu 3 (Povas de Página)





a) Lisboa, Janeiro-Fevereiro-Março, Abril-Maio-Junho de 1915
dir. Luiz de Montalvôr e Ronald de Carvalho [n.º 1], Fernando Pessôa e Mario de Sá-Carneiro [n.º 2]
ed. Antonio Ferro
Typografia do Comércio
b) Porto, 1983
Edições Nova Renascença (José Augusto Seabra)
1.ª edição (todos)
3 números em 2 volumes (colecção completa)
27,8 cm x 21,5 cm (estojo): 25 cm x 17 cm (n.os 1 e 2, enc.) + 26,5 cm x 21 cm (n.º 3, br.)
[4 págs. + 84 págs.] + [4 págs. + 80 págs. + 4 extra-textos em dupla página (couché)] + [VIII págs. + 64 págs.] (numeração contínua)
a) encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada com nervuras igualmente pontuadas a ouro e filetes nos remates do corte da pele nas pastas; aparo de acerto e carminado apenas à cabeça; conserva todas as capas de brochura
b) brochura
exemplares em bom estado de conservação, pequeno restauro no bordo inferior da capa do n.º 1; miolo limpo, o n.º 3 está como novo
acondicionados em elegante estojo próprio de confecção recente
PEÇA DE COLECÇÃO
3.800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Disse Almada Negreiros (Orpheu 1915-1965, Ática, Lisboa, 1993), em memória da criação da revista: «[...] De mais extraordinário não vejo senão que tenha sido um movimento os nossos encontros pessoais entre companheiros de revista.
[...] Até este momento nada mais disse que “Orpheu” tinha sido o nosso encontro actual das letras e da pintura. É tudo o que queria ter dito. A continuar seria isto mesmo no resultado do “Orpheu”. Nenhuma geração post “Orpheu” se acusa no da pintura não separada do seu encontro com as letras. “Orpheu” continua. [...]
O selo do “Orpheu” era a modernidade. Se quiserem, a vanguarda da modernidade. A nossa vanguarda da modernidade. [...]»

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poesía – Revista Ilustrada de Información Poética


Madrid, n.º 7-8, Maio de 1995
dir. Gonzalo Armero
Ediciones Siruela / Ministerio de Cultura
2.ª edição [1.ª ed., 1980]
[número duplo especial dedicado a Fernando Pessoa]
título: Fernando Pessoa en Palabras y en Imágenes
27 cm x 21 cm (formato de álbum)
268 págs.
profusamente ilustrada
exemplar como novo sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Com selecção de textos, tradução e notas de José Antonio Llardent, trata-se de uma notável e diversificada apresentação do poeta no estrangeiro. Para além da representativa antologia, uma boa articulação das imagens reproduzidas com a cronologia bio-bibliográfica na abertura do volume, uma correcta inserção de comentários de escritores e estudiosos, etc. E para aqueles que queiram abalançar-se a visitar os lugares “de culto” onde o poeta viveu ou frequentou, uma planta da cidade de Lisboa devidamente assinalada, seguida das reproduções fotográficas desses locais, constituem precioso auxílio.

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quinta-feira, julho 23, 2015

O Azeite


ANTONIO PEREZ DURÃO, engenheiro agrónomo

Lisboa, 1930
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
200 págs. + 6 págs. em extra-texto (anunciantes)
subtítulo: Fabricação, Conservação e Comércio
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, defeitos na lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«O azeite é um dos ex-libris da chamada Dieta Mediterrânica, sendo desde tempos imemoriais um elemento importante nos cuidados de saúde e de beleza dos povos do Mediterrâneo e, hoje, de todos os povos do mundo.
[...] Nesses tempos idos o azeite tinha mil usos. Da iluminação à medicina, da cosmética à religião, onde, dirão os mais cínicos, o seu papel na economia da época o consagrou como óleo santo. Os livros de medicina antigos descrevem o azeite como um excelente emoliente, laxante, colagogo e diurético.
Mais documentavam sobre o seu papel na redução da tensão arterial e da glicemia [...], bem como da sua contribuição para resolver os processos inflamatórios. Destas virtudes, e mais algumas, apenas a ciência mais recente pode explicar aquilo que os antigos apenas adivinhavam nos seus efeitos generosos. [...]» (Fonte: Alva Seixas Martins, «Saúde e beleza num fio de azeite», in aa.vv., O Azeite em Portugal, Edições Inapa, Lisboa, 2002)

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Tecnologia da Palmeira do Azeite (Elaeis guineensis)


MARIO JULIO NEVES DA FONTOURA

Lisboa, 1914
Instituto Superior de Agronomia
1.ª edição
26,3 cm x 18,5 cm
66 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural apresentada e defendida
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Mário Vieira de Sá
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um trabalho de investigação em torno da origem, produção e tratamento do vulgarmente conhecido óleo de palma, produto da palmeira do dendém, cuja cultura se estende pela África Ocidental, de Cabo Verde e Guiné a Benguela (Angola) e ao Congo.

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Meditação aos pés da columna de D. Pedro IV


EUGENIO DE CASTILHO

Lisboa, 1870
Typographia Lusitana
1.ª edição
23 cm x 15,5 cm
4 págs.
folhinha encasada na capa sem qualquer costura
exemplar estimado, com discretos restauros; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] D. Miguel era a noite, a treva milanaria,
o despotismo cru, o negro cadafalso,
a cruz mudada em jugo, a garra tumultuaria,
o direito da força, atroz, absurdo, falso.
[...]
D. Pedro era o porvir, era a Paz, a Harmonia,
o laço que ligava a antiga á nova idade,
era a cruz sobre o altar, a aurora d’este dia,
resplendente de luz, de inteira liberdade. [...]»

Assim, dialecticamente, canta o poeta (filho de António Feliciano de Castilho) as virtudes daquele que mais se expôs na defesa da primeira Constituição nacional.

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quarta-feira, julho 22, 2015

A Verdade Sobre o Comissariado Geral Portuguez na Exposição Internacional do Rio de Janeiro


A. [ALFREDO] A. [AUGUSTO] LISBOA DE LIMA

Lisboa, Janeiro de 1924
[ed. Autor]
1.ª edição
22,4 cm x 14,3 cm
LXII págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto, uma das quais desdobrável + 160 págs.
subtítulo: Prólogo á Historia da Representação de Portugal na Exposição do Rio de Janeiro de 1922-1923
exemplar manuseado mas aceitável, pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Levy Marques da Costa
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tema versa os escândalos de corrupção e desvio de dinheiro destinado à presença de Portugal na exposição comemorativa do primeiro centenário da independência do Brasil. Acerca disto, era já muito crítica a imprensa monárquica logo em 1922, como por exemplo o ABC (n.º 113, Lisboa, 14 de Setembro, 1922) no artigo «Os Desastres da Exposição Portuguesa do Rio de Janeiro»:
«A queda da torre do pavilhão português na Exposição do Rio de Janeiro veiu trazer á clara luz da critica toda a série de desleixos imperdoaveis de foi constituida essa iniciativa que devia honrar Portugal aos olhos dos seus irmãos de além-mar.
[...] Do que foi o atrabiliário, o apressado, o balburdianto disse mais de que tudo o embarque dos objectos para o navio que os devia conduzir e que finalmente viu chegar cacos. Algumas das peças ficaram pelo cais da Alfandega em estilhas. [...]
Um dos delegados do comissariado da exposição do Rio de Janeiro é o antigo barbeiro do dr. Afonso Costa que muito se salientou em revolucionarismos da rua, e cuja paga recebeu agora com três libras em ouro por dia. [...]
Nenhum dos trabalhos da exposição estará pronto a tempo porque outras incompetências se estadearam no Rio a dirigirem os trabalhos. Daí a derrocada da torre do pavilhão, a maus alicerces, todo o vergonhoso espectaculo que demos nesse país tão prospero e onde os engenheiros e arquitectos portugueses lá residentes têem sempre honrado o nome da pátria.
O govêrno português no acaso da sua politica de favoritismo nomeou o engenheiro militar Ventura Malheiro Reymão que nunca fizera um trabalho notavel de engenharia nem demonstrara em conferências, artigos ou trabalhos a sua sapiência que as grans cruzes não proporcionam. [...]»
Ventura Reymão foi atempadamente substituído pelo vertente Lisboa de Lima, que, denunciando as irregularidades, os roubos e a incompetência do antecessor, irá ver-se envolvido num processo judicial, acusado de ter sido ele o responsável por gastos sumptuosos e de não acatar ordens no sentido de levar a cabo obra de mais modestas proporções. Vem, assim, defender-se o injuriado.

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Portugal Colonial


ERNESTO J. [JÚLIO] DE C. [CARVALHO] E VASCONCELLOS

Lisboa, s.d. [1918]
Livraria Profissional
1.ª edição
19,1 cm x 13,2 cm
128 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse na capa e no frontispício carimbos de Armando Quartin Graça
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal | Cabo Verde



Porto, s.d. [circa 1930]
s.i. (Lito. Nacional)
[1.ª edição]
texto em francês
22 cm x 11,1 cm
8 págs.
ilustrado
impresso a sanguínea e policromia
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de teor histórico e geo-humano destinado a dar a conhecer entre estrangeiros a colónia de Cabo Verde. Inclui o respectivo mapa e reportagem fotográfica significativa.

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Portugal | S. Thomé e Principe



Porto, s.d. [circa 1930]
s.i. (Lito. Nacional)
[1.ª edição]
texto em francês
22 cm x 11,1 cm
8 págs.
ilustrado
impresso a sanguínea e policromia
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de teor histórico e geo-humano destinado a dar a conhecer entre estrangeiros a colónia de São Tomé e Príncipe, não sem referir ainda a fortaleza de São João Baptista de Ajudá, ou feitoria de Ajudá, situada na costa africana, e perdida a favor do Benin em 1960. Inclui os respectivos mapas e reportagem fotográfica significativa.

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terça-feira, julho 21, 2015

O Samovar e outras páginas africanas


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
pref., notas e escolha de Nuno Bermudes
ilust. José Pádua

Lisboa, 1972
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
22,2 cm x 16,4 cm
176 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Crónica da Vida Lisboeta – Ana Paula: Perfil duma Lisboeta | Ansiedade | O Caminho da Culpa | Tons Verdes em Fundo Escuro | Espelho de Três Faces | A Corça Prisioneira [junto com] História e Sentido da «Crónica da Vida Lisboeta»





JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capas de Stuart, José Rocha, et alli

Lisboa, 1938, 1943, 1958, 1947, 1950, 1956 e 1977
Parceria A. M. Pereira [1, 2, 4 e 5]
Guimarães & C.ª [3, 6 e 7]
1.ª edição [1, 5, 6 e 7], 2.ª edição [4], 3.ª edição [2], 4.ª edição [3]
19,4 cm x 13 cm
370págs. + 320 págs. + 320 págs. + [XII págs. + 396 págs.] + 498 págs. + 352 págs. + 80 págs.
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
assinaturas de posse em quase todos os volumes
valorizados pela assinatura do Autor no volume 2 e pela dedicatória manuscrita no História e Sentido...
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Poemas Imperfeitos



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1952
Edições SIT [Sociedade Industrial de Tipografia, Lda.]
1.ª edição
19,5 cm x 13,7 cm
2 págs. + 148 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À POETISA MERÍCIA [DE LEMOS] E AO MARIDO, O ANTIQUÁRIO PARISIENSE JACQUES KUGEL... que nem abriram o livro para ler
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Neve Sôbre o Mar


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1942
Parceria A. M. Pereira
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
336 págs.
exemplar estimado, discretos restauros na capa; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] contém seis novelas [...]
A guerra e os destinos por esta destroçados, as tôrres de Manhattan e a amplidão do Atlântico, o vasto mundo, sua inquietação e suas angústias, passam nas páginas de Neve sôbre o mar

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Os Melhores Contos


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
selec. e pref. Hernâni Cidade

Lisboa, 1963
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição (da colectânea)
20,9 cm x 14,5 cm
180 pags.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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A Floresta de Cimento


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de José Rocha

Lisboa, 1953
Guimarães Editores
1.ª edição
21,8 cm x 16 cm
444 págs.
subtítulo: Claridade e Sombras dos Estados Unidos
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na peugada de António Ferro, de Jorge Segurado, de Guilherme Pereira da Rosa e de alguns outros, Paço d’Arcos rentabiliza em literatura uma sua viagem aos Estados Unidos. No vertente caso, as apreciações moralizadoras dos costumes dão o tom à crítica da democracia norte-americana:
«[...] A criminalidade custa ao país dez mil milhões de dólares por ano [...].
Os pais e a sociedade em geral são os grandes responsáveis por este estado de coisas. Os pais quase não têm intervenção na educação dos filhos. Desde muito novos, estes andam totalmente à solta e o convívio familiar é quase nulo. As influências que pesam sobre os adolescentes são poderosas e perturbadoras; as raparigas, quase garotas, partilham já com os rapazes, no conchego dos automóveis que uns e outros conduzem e na vida muito livre, conhecimentos e prazeres sexuais. [...]»
Bom, o mesmo talvez não pudesse dizer-se então de uma Alemanha em que os jovens ocupavam a adolescência a denunciar os pais às autoridades nazis...

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Diário dum Emigrante



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1936
s.i. [Companhia Editora do Minho – Barcelos]
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
XII págs. + 292 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

António José Saraiva / Óscar Lopes, na sua História da Literatura Portuguesa (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989), ao mesmo tempo que lhe consideram o ciclo de romances Crónica da Vida Lisboeta um «[...] flagrante depoimento literário sobre os arrivistas e a alta burguesia de meados do século, incluindo O Caminho da Culpa, 1944, o seu melhor romance [...]», não deixam passar em claro que «[...] [o] seu estilo [é] inicialmente muito frouxo [...]». Para Artur Portela (pai), todavia, e bem pelo contrário, «Diário dum Emigrante marca brilhantemente um temperamento de grande escritor e, sobretudo, de um admirável dissecador de almas» (Diário de Lisboa, 11 de Dezembro, 1937).

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Diário dum Emigrante



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Stuart

Lisboa, 1942
Parceria António Maria Pereira
3.ª edição
19 cm x 13 cm
310 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na folha de ante-rosto e na pág. 9
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Confissão e Defesa do Romancista



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1946
Parceria A. M. Pereira
2.ª edição [em livro]
19,2 cm x 12,8 cm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
conserva intacta a cinta promocional
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao diplomata, escritor e jornalista Guilherme de Ayala Monteiro
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de duas conferências – O Romance e o Romancista e a que dá título ao vertente livro – anteriormente editadas na revista Ocidente.

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Carnaval e Outros Contos


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1958
Guimarães Editores
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carnaval


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1967
Guimarães Editores
2.ª edição
18,8 cm x 12,6 cm
292 págs.
subtítulo: E outros contos
exemplar estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memórias duma Nota de Banco


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1962
Guimarães Editores
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
288 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Dolorosa Razão duma Atitude


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1965
Ed. Autor
2.ª edição
19 cm x 12,1 cm
24 págs.
subtítulo: Para a história da Sociedade Portuguesa de Escritores e do seu fim
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Paço d’Arcos – presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Escritores na altura em que polícia política do Estado Novo assaltou, vandalizou e encerrou as respectivas instalações, motivada pela atribuição de um prémio literário a Luandino Vieira, então preso no Tarrafal – vem neste seu breve texto tentar limpar-se de, juntamente com Luís Forjaz Trigueiros, não ter sido solidário nessa escolha, um prémio que, reconhecia-o ele próprio, servia nomeadamente para, «[...] no instante em que [...] era anunciado[,] as agências telegráficas estrangeiras comunica[rem] para o mundo, em telegramas redigidos em inglês e francês, [...] ter a Sociedade Portuguesa de Escritores acabado de atribuir o Grande Prémio de Novelística a um preso condenado a catorze anos de prisão por actividades subversivas. [...]»

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Dez Anos de Política Social, 1933-1943


INSTITUTO NACIONAL DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA

Lisboa, 1943
Edição do Sub-Secretariado de Estado das Corporações e Previdência Social
1.ª edição
26,2 cm x 19,5 cm
2 págs. + 186 págs. + 60 págs. em extra-texto + 53 folhas em extra-texto + 35 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
capa a três cores directas e relevo seco, miolo impresso sobre papel superior creme
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relatório de dez anos de intervenção estatal corporativa.

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