sexta-feira, dezembro 15, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Ensaio sobre alguns synonymos da Lingua Portugueza

 


FRANCISCO DE S. LUIZ, frei [Cardeal Saraiva]

Lisboa, 1821
Na Typographia da Academia R. das Sciencias
1.ª edição
21,4 cm x 15,8 cm [22,6 cm x 16,5 cm (estojo)]
XII págs. + VIII págs. + 212 págs. + 8 págs. (catálogo ed.)
obra em brochura revestida com o papel da época
não aparada e acondicionada num estojo próprio de fabrico recente em tela crua
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, 1859):
«D. Fr. Francisco de S. Luis (3.º), natural da villa de Ponte de Lima, na provincia do Minho, e filho de Manuel José Saraiva e D. Leonor Maria Corrêa de Sá. Nasceu a 26 de Janeiro de 1766 e a 27 de egual mez de 1782 professou a regra benedictina no mosteiro de Sancta Maria de Tibães, deixando então o nome de Francisco Justiniano Saraiva, de que usára no seculo. Passando a frequentar o curso theologico na Universidade de Coimbra, doutorou-se n’esta faculdade no anno de 1791, e no de 1807 foi nomeado Professor de Philosophia do R. Collegio das Artes, sendo já desde 1794 Socio da Acad. R. das Sciencias de Lisboa. Achava-se n’este exercicio, quando a revolução de 24 de Agosto de 1820 o chamou a tomar parte nos successos politicos do paiz, sendo nomeado membro da Junta, que com o titulo de Provisional do Governo Supremo do Reino se instaurou no Porto, no referido dia. [...]
Tirado assim do retiro do claustro para figurar na scena politica, o seu alto merecimento, coadjuvado pelas circumstancias da epocha, o elevaram successivamente aos cargos e dignidades mais superiores da egreja e do estado. Foi membro da Regencia do reino eleita pelas Côrtes em Janeiro de 1821; Reformador Reitor da Univ. Bispo de Coimbra e Conde de Arganil; Deputado ás Côrtes ordinarias de 1823, e depois Presidente da camara dos Deputados em 1826 e 1834; Guarda-mór do Archivo Nacional; Ministro de Estado; Par do reino; Grão-Cruz da Ordem de Christo; Patriarcha de Lisboa; e Conselheiro de Estado. [...] M. na residencia patriarchal de Marvilla a 7 de Maio de 1845. [...]»

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quarta-feira, dezembro 13, 2017

Documentos para a Historia da Typographia Portugueza nos Seculos XVI e XVII



[VENÂNCIO DESLANDES]

Lisboa, 1881-1882
Imprensa Nacional
1.ª edição
2 partes enc. em 1 volume (completo)
24,2 cm x 18 cm
[8 págs. (não num.) + 96 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [8 págs. (não num.) + 168 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto]
impresso sobre papel de linho
encadernação luxuosa em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
não aparado
conserva todas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
410,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da autoria da vertente obra dá notícia Brito Aranha (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1908):
«Venancio Augusto Deslandes, natural de Lisboa, nasceu em 22 de dezembro 1829. Bacharel formado em philosophia e medicina pela Universidade de Coimbra. [...] [foi] medico do hospital de S. José e depois nomeado director de enfermaria, indo desempenhar estas funcções por algum tempo na enfermaria do hospital Estephania. Desde 1878 é administrador geral da Imprensa Nacional de Lisboa, tendo saido por vezes para o estrangeiro em commissões de estudo para desenvolvimento e progresso dos trabalhos do importante estabelecimento confiado á sua superior gerencia. [...]
O conselheiro Venancio Deslandes pertence, em linha recta, aos antigos e afamados impressores Deslandes, que teem o seu nome lisonjeiramente ligado á historia da imprensa em Portugal desde o seculo XVII, como se vê das provas mandadas imprimir pelo seu quarto neto, sob o titulo Documentos para a historia da typographia portugueza nos seculos XVI e XVII, de que possuo dois interessantissimos fasciculos saidos nitidamente, em papel de linho, dos prelos da Imprensa nacional em 1881 e 1882. Foram dados á luz sem o nome do conselheiro Deslandes. [...]»

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O Problema das Artes Gráficas




LUIZ MOITA

Lisboa, 1935
Indústria Portuguesa – Órgão da Associação Industrial Portuguesa (separata)
1.ª edição
21,8 cm x 16,5 cm
80 págs.
subtítulo: Subsídios para a sua solução
miolo impresso sobre papel superior vergé nacional da Fábrica da Abelheira, capa de carolina nacional «distribuída por Amador A. Dominguez»
encadernação editorial em meia-francesa com gravação a ouro na lombada e no remate da pele com filete duplo (Paulino Ferreira, enc., segundo o cólofon)
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, fêsto frágil; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A CELESTINO DA COSTA ENTÃO PRESIDENTE DA JUNTA DE EDUCAÇÃO NACIONAL
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] A crise da Indústria Gráfica, complicando e dificultando o seu ingresso na organização corporativa, obriga a focar, pelo menos, seis dos seus aspectos essenciais: Esses aspectos são: / a) a Questão do Papel / b) a Maquinaria / c) a Mão de Obra / d) Os Orçamentos / e) O Gosto pelas Artes Gráficas / f) As Editoriais [...]» – Temas que Luís Moita desenvolve nesta breve obra.

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A Tipografia Portuguesa no Século XVI


ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, 1932
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
trilingue (português / francês / inglês)
15,5 cm x 11,6 cm
LII págs. + 48 págs.
profusamente ilustrado
gravuras impressas sobre papel superior, algumas a duas cores
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve voluminho para difundir a história da nobre arte da imprimissão. O seu autor, poeta e ensaísta, que foi também director da antiga Biblioteca Nacional, legou-nos múltiplas e importantes obras deste teor, tais como a Colecção Patrícia ou a História da Literatura Portuguesa Ilustrada (extensa esta última, revelando um Autor de notável profundidade erudita).

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A Mulher e a Sensibilidade Portuguesa


IVONE MARIA GABRIEL PINHEIRO DA SILVA, org.
capa e ilust. Gracinda Candeias, et alli

Luanda, 1970
Comissariado Provincial da Mocidade Portuguesa Feminina
1.ª edição
24,1 cm x 17,3 cm
X págs. + 2 págs. + 816 págs.
ilustrado a negro e a cor
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante antologia temática, reunindo aspectos literários colhidos entre a melhor prosa e a melhor poesia portuguesas de todos os tempos, e de todas as regiões (do Minho a Timor).

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terça-feira, dezembro 12, 2017

Dádiva



LUÍS AMARO
capa de Manuel Ribeiro de Pavia

Lisboa, 1949
Portugália Editora
1.ª edição
18,2 cm x 13 cm
104 págs.
exemplar estimado, falhas de papel na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO ESCRITOR LUÍS FORJAZ TRIGUEIROS
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Diário Íntimo


LUÍS AMARO

Lisboa, 1975
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,1 cm x 13 cm
112 págs.
subtítulo: Dádiva e Outros Poemas
composto manualmente na mítica Tipografia Ideal (Lisboa) sob a direcção gráfica do artista tipógrafo José Apolinário Ramos
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À ACTRIZ HERMÍNIA TOJAL
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

À falta de nenhuma, este livro, a propósito das suas reedições em 2006 e 2011, teve 3 recensões no Rol de Livros da Fundação Calouste Gulbenkian, 2 de Urbano Tavares Rodrigues e 1 de Rita Taborda Duarte, que são unânimes em sublinhar não se tratar de um livro menor de um Autor que cultivou amigos entre poetas e críticos literários. Durante longos anos, Luís Amaro foi funcionário dessa Fundação, onde desempenhou, obviamente, as funções de co-director da revista Colóquio / Letras...

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Fonte


ALBERTO DE SERPA

Porto, 1943
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
17 cm x 11,8 cm
64 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel vagamente manchado no bordo superior das páginas
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alberto de Serpa (1906-1992), distinto poeta do grupo da presença e bibliófilo insuperável, só comparável talvez a Laureano de Barros, teve a parte do seu espólio de manuscritos adquirida pela Biblioteca Municipal do Porto, impedindo-se, assim, a dispersão de espécimes por ele coleccionados sempre dentro de uma lógica e de uma coerência culturais. Como escritor, a sua poesia «[...] recupera o versilibrismo que fora desenvolvido pelo nosso modernismo, ganhando, por vezes, os seus poemas uma estrutura versicular. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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Le Portugal Hydromineral



LUIZ DE MENEZES CORREIA ACCIAIUOLI

Lisboa, 1952-1953
Direction Generale des Mines et des Services Geologiques
1.ª edição
2 volumes (completo)
texto em francês
24 cm x 17,1 cm
[16 págs. + 288 págs. + 9 folhas desdobráveis] + [576 págs. + 4 folhas desdobráveis]
ilustrados
encadernações homogéneas de amador inteiras em sintético com gravação a ouro nas lombadas
não aparados
conservam as capas anteriores de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
valorizados pela dedicatória manuscrita do Autor «Ao grande impulsionador | das Termas de Monte Real | Senhor Olympio Duarte Alves»
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante estudo acerca da geologia do território nacional (continente e ilhas) e relatório científico e enquadramento logístico das instalações termais. É de notar que o primeiro volume quase apenas se cinge à história da utilização das águas na crenoterapia.

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A Estancia de S. Vicente e Seus Elementos de Cura


MANOEL AMORIM

Porto, 1907
Typ. do Porto Medico de Magalhães & Figueiredo, Limitada
1.ª edição
15,8 cm x 10,7 cm
56 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] As nascentes d’esta Estancia constituem o primeiro grupo entre as restantes da bacia hydrographica de Entre-os-Rios [concelho de Penafiel] [...].»

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Serra do Gerez


TUDE MARTINS DE SOUSA
capa de Abreu & C.ª

Porto, 1909
Livraria Chardron, de Lello & Irmão
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
X págs. + 158 págs. + 14 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
exemplar manuseado mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo, papel acidulado
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gerez


MATIAS LIMA
capa de Álvaro Guimarães

Famalicão, 1939
Edição do Autor
1.ª edição
19,5 cm x 12,6 cm
136 págs.
subtítulo: Quadros e Canções
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do autor
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Thermas de S. Pedro do Sul (Caldas de Lafões)


FERREIRA DE ALMEIDA

Porto, 1930
Tipo-Lito Gonçalves & Nogueira, L.da
1.ª edição
21,8 cm x 15 cm
8 págs. + 3 folhas em extra-texto + 76 págs. + XXXIV págs.
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 7
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia científica e turística, com especial interesse no seu capítulo final, dedicado à composição química e à radioactividade das águas termais.

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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1925
Edição do Autor
4.ª edição
18,5 cm x 13 cm
260 págs.
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1936
Edição do Autor
s.i.
20 cm x 13,2 cm
360 págs.
subtítulo: Classes I e II
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1947
Marânus (Depositária: Porto Editora, L.da)
s.i.
19,7 cm x 13,8 cm
356 págs.
subtítulo: Primeiro Ciclo (Anos 1.º e 2.º)
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exercícios Preparatórios de Composição para Uso das Escolas


C. [CARLOS] CLAUDINO DIAS (1844-1897, seg. BNP)

Lisboa, 1920
A. Ferreira Machado & C.ª
10.ª edição («melhorada»)
17,2 cm x 11,9 cm
168 págs.
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, dezembro 11, 2017

Problemas do Sezonismo


MÁRIO ARMANDO BRAGA THEMIDO

Porto, 1944
Editorial Saber
1.ª edição
24,1 cm x 16,8 cm
272 págs.
subtítulo: Profilaxia (Ensaio de Medicina Social)
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Insectos Inimigos da Casa e Sua Destruição


CARLOS A. CORREIA

Lisboa, 1931
Emprêsa Nacional de Publicidade
[1.ª edição]
19,4 cm x 12,3 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota de abertura:
«Todos têm, mais ou menos, interesse na destruição dos parasitas: parasitas do homem, parasitas da casa, parasitas do campo; tantos são os inimigos que é preciso combater.
O meio próprio para empregar em cada ocorrencia nem sempre é conhecido e muitas vezes é difícil, porque existem muitos métodos; o que o interessado deve conhecer para a destruição dos parasitas é o processo a empregar, é a maneira de o fazer, preparando ele mesmo o produto que destruirá ou afastará o inimigo.
Nêste resumo se expôe a preparação das misturas antiparasitárias ao alcance de todos.»

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Flora de Carcavelos


[LUCIANO DE MATOS]

Carcavelos, Outono de 1956 – Primavera de 1957
Flora de Carcavelos
1.ª edição
20,5 cm x 14,3 cm
44 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve livro-catálogo do referido horto.

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A Roseira, Sua Cultura e Multiplicação [junto com] [O Grilo do Moinho]



J. CASIMIRO BARBOSA
J. PEDRO DA COSTA
[Ponson du Terrail
trad. T. A. de Carvalho Junior]

Porto, 1880 [Lisboa, 1871]
Typographia Lusitana [Typographia de Castro Irmão]
1.ª edição (ambos)
2 obras distintas enc. em 1 volume
22 cm x 14,4 cm
324 págs. + [224 págs.]
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta de amador em meia-inglesa, gravação a ouro na lombada referindo somente A Roseira e os seus autores
aparados, sem capas de brochura
exemplar estimado, fêstos frágeis; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Roseiras


JOÃO MOREIRA DA SILVA
JOAQUIM MOREIRA DA SILVA

Porto, 1953
Alfredo Moreira da Silva & Filhos, L.da
3.º milhar
21,8 cm x 16,7 cm
84 págs.
subtítulo: História – Classificação – Multiplicação – Podas – Hibridação – Doenças
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo no geral limpo, com sublinhados a tinta nas págs. 37, 43, 47, 74, e 77-79
assinatura de posse na pág. 81
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente monografia da planta referida.

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Memoria Historica da Antiguidade do Mosteiro de Leça, Chamada do Balio




ANTONIO DO CARMO VELHO DE BARBOZA

Porto, 1852
Em Casa de Ignacio Corrêa, Editor e Livreiro
1.ª edição
26 cm x 20,5 cm
6 págs. + IV págs. + 94 págs. + 5 folhas em extra-texto (gravuras)
subtítulo: Da Ordem a que pertenceu, das diferentes alterações, que teve, e dos primitivos povos, que por estes sitios habitaram
ilustrado
encadernação coeva em meia-inglesa com sóbria gravação a ouro na lombada
ligeiramente aparado
sem capas de brochura [?]
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ASSINATURA DE POSSE A LÁPIS DE CAMILO CASTELO BRANCO NO VERSO DA PRIMEIRA FOLHA-DE-GUARDA
trata-se muito provavelmente de um dos lotes n.º 91 ou 92 referidos no Catalogo da Preciosa Livraria do Eminente Escriptor Camillo Castello Branco [...] a qual será vendida em leilão, em Lisboa, no proximo mez de dezembro de 1883 [...] sob a direcção da casa editora de Mattos Moreira & Cardosos
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1867):
«Foi Antonio do Carmo natural da villa de Barcellos, e ahi nasceu a 13 de Agosto de 1789. Destinando‑se á vida claustral, recebeu o habito de S. Bento no mosteiro de Tibães em 6 de Junho de 1805, e concluido o seu noviciado professou no anno seguinte. Em 1809, sendo collegial no mosteiro de Renduffe, tomou armas com todos os seus companheiros para juntamente com o povo e tropa se opporem á invasão do exercito francez do commando do general Soult. Depois da retirada do dito exercito, recolheu‑se com os seus collegas ao mesmo mosteiro de Renduffe, para ahi continuarem o curso de philosophia, que apenas haviam começado antes do alistamento patriotico. Costumados porém á vida soldadesca, para logo principiaram a desgostar‑se dos exercicios religiosos, preferindo ao som do orgão o das cornetas, e trocando de má vontade o cheiro da polvora pelos aromas do incenso. [...]
Como em Junho de 1833 fosse o mosteiro de Paço de Sousa destinado para hospital militar das tropas que cercavam o Porto, sahiram delle os monges, e Fr. Antonio foi mudado para o mosteiro de S. João d’Arnoia em Basto, onde se conservou até ser ahi proclamado o governo da rainha. Vindo depois para o Porto, foi em 18 de Julho de 1834 eleito parocho encommendado da egreja de Valbom, nos suburbios da mesma cidade. D’ahi começou pouco depois a escrever para o periodico A Vedeta, que defendia doutrinas anti‑ministeriaes, e nelle publicou varios artigos, que começaram a grangear‑lhe alguma nomeada, e a denominação ou alcunha de Padre Vedeta, pela qual se tornou mais geralmente conhecido.
[...] foi [...] Abbade da egreja matriz de Leça do Balio, na qual foi collado em 26 de Março de 1850. Pouco tempo pôde fruir este beneficio. Accommettido ao cabo de um anno de uma violenta sciatica, que muito o fazia soffrer, veiu accumular‑se a este padecimento uma febre cerebral, a que succumbiu emfim, expirando em 4 de Fevereiro de 1854. [...]»

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Memoria Historica da Antiguidade do Mosteiro de Leça, Chamada do Balio



ANTONIO DO CARMO VELHO DE BARBOZA

Porto, 1852
Em Casa de Ignacio Corrêa, Editor e Livreiro
1.ª edição
25,6 cm x 18,3 cm
8 págs. + 94 págs. + 5 folhas em extra-texto (gravuras)
subtítulo: Da Ordem a que pertenceu, das diferentes alterações, que teve, e dos primitivos povos, que por estes sitios habitaram
ilustrado
encadernação coeva em meia-inglesa com sóbria gravação a ouro na lombada
ligeiramente aparado
sem capas de brochura [?]
exemplar estimado, falhas de papel e restauro antigo nos cantos superiores direitos das primeiras 13 folhas; miolo limpo, papel vagamente manchado
ostenta colado no verso da capa anterior o ex-libris de Henrique Marques
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Silêncio dos Poetas


ALBERTO PIMENTA
capa e grafismo de J. M. Serrano

Lisboa, 1978
A Regra do Jogo, Edições
1.ª edição
21,1 cm x 12,8 cm
204 págs.
subtítulo: Precedido de Reflexões Sobre a Função da Arte Literária
exemplar como novo
conserva a cinta promocional onde se lê: «“Depois de Auschwitz não há poesia possível”?»
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro mais importante do poeta Alberto Pimenta: uma invulgar reflexão ensaística acerca da Arte Poética nos dias actuais. Invulgar, porque assim como os actuais poetas são avessos a leituras públicas das suas obrinhas, e portanto avessos à prova de fogo de uma fonética operativa, na mesma proporção têm-se mostrado incapazes do exercício teórico, e até adversários do memorialismo literário.

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Bestiário Lusitano



ALBERTO PIMENTA

Lisboa, 1980
Edição do Autor
1.ª edição
20,9 cm x 16,4 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, com algumas páginas manchadas por contacto com papéis acidulados
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o autor de si próprio que «nasceu em 1937, é licenciado em letras, soldado sem instrução incorporado na reserva territorial, foi durante 16 anos professor de português na universidade de Heidelberg, actualmente [nos anos 80] não é nada disso [...].» Há que acrescentar a estas singulares palavras: que o género e o estilo daquilo que escreve são cáusticos, mordazes, senão mesmo viperinos.

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A Visita do Papa


ALBERTO PIMENTA

Lisboa, Maio de 1982
& etc
1.ª edição
20,3 cm x 16,1 cm
20 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um pormenor, que alguns ignorarão hoje por falta de memória ou de referências, é o lettering na capa, em que, para a palavra Papa, se fez um tratamento gráfico das letras a partir de uma então popular marca de papel higiénico. Também o texto, que alinha pela bitola do repúdio da vinda do sumo-pontífice a Portugal, desenvolve trocadilhos e alusões em torno dessa dita marca.

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Album de Simpatias







TIO RICO, org.

Montijo, 1950
Edição da “Gazeta do Sul”
1.ª edição («edição de luxo»)
31,1 cm x 24 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto (reprodução fotográfica) protegida por folha de cristal
profusamente ilustrado a negro e a cor
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, gravação a seco na pasta posterior
conserva a capa da brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui o verbete numerado e autenticado com selo branco que habilitava ao sorteio de
um automóvel
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

O prato forte desta publicação roda em torno da eleição da Miss Gazeta, e a respectiva entrevista à eleita. Todavia, acaba por ser também uma excelente revista de entretenimento cultural, em que abundam os contos, as poesias, notícias de cinema, artigos virados para a educação e as preocupações da mulher, etc. Encerra o volume a partitura musical com o Hino da “Gazeta do Sul”, composto por Amadeu de Moura Stoffel.

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Selecções da Gazeta do Sul [1930-1960]


Montijo, 1955 e 1961
dir. Alves Gago (vol. III: dir.Tio Rico)
edição da «Gazeta do Sul»
1.ª edição
3 volumes (completo)
19,5 cm x 14 cm
3 x 320 págs.
cantos redondos e corte carminado nos dois primeiros volumes, abrindo o vol. I com uma cortina impressa sobre papel-vegetal
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO DIRECTOR DA PUBLICAÇÃO REINALDO ALVES GAGO NO I VOLUME
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O maior interesse nesta compilação de colaborações, distribuídas pelas páginas da dita gazeta entre 1930 e 1960, reside na plêiada dos intelectuais que as assinaram, entre os muitos quais se conta, à cabeça, o que julgamos ter sido a estreia absoluta, em 1940, de Sebastião da Gama, que assinava então Zé d’Anicha (vols. II e III).
Dos outros, podemos apontar alguns nomes evidentes, como Ferreira de Castro, Stuart Carvalhais, João da Câmara, Cardoso Martha, Olavo Bilac, Florbela Espanca, Agostinho Campos, Raúl Brandão, Severo Portela, Júlio Dantas, Augusto Gil, Homem Cristo, Mário Gonçalves Viana, Tomaz da Fonseca, André Brun, Lyon de Castro, Alberto Pimentel, Victor de Sá, Cottinelli Telmo, Leonel Cosme, etc.

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Contos Já Contados



aa.vv.
C. [Carlos] Alberto [Santos]

s.l. [Montijo], s.d. [circa anos 1960]
Gazeta do Sul, Editora
[1.ª edição]
20 cm x 14,4 cm
224 págs.
capa de C. Alberto
volume profusamente ilustrado com vinhetas alusivas a cada uma das peças literárias
exemplar n.º 870 de uma tiragem não declarada
manuseado mas muito aceitável, miolo limpo
ostenta na folha de ante-rosto o selo-branco do semanário Gazeta do Sul
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação dalguns contos anteriormente publicados ao longo de duas décadas nas páginas do periódico, vinte trechos literários de pendor moralizante neo-realista, cujos autores, encabeçados pelo então estreante Antunes da Silva, se estendem por nomes como Alberto Lima, Celestino Gomes, Matilde Rosa Taranta, Sílvia Vaz, Augusto Barbosa, Leonel Cosme, Miguel Serrano, Adérito Cabral, etc.
A capa – com certeza de propósito, num estilo abertamente dirigido a um público feminino – mimava a estética das “revistas cor-de-rosa” da época, nomeadamente a Crónica Feminina.

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Dois Tamanquinhos


OUIDA
trad. anónima
capa não assinada

Montijo, 1942
«Gazeta do Sul», Editora
s.i.
14,8 cm x 10,8 cm
144 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo de Marie Louise de la Ramée (1839-1908), filha de mãe inglesa e pai francês, popularizou-se como prolífica ficcionista no género meloso e extravagante. Originalmente publicado em 1874, Two Little Wooden Shoes teve a primeira tradução portuguesa pela mão de Cândido de Figueiredo em 1888, sendo então incluída na brilhante colecção Biblioteca Antiga e Moderna, do editor David Corazzi.

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Contos


JACINTO DOS REIS PEREIRA [a]
HONORÉ BENOIT [b]
capa de Cândido [Costa Pinto]

Montijo, 1942 e 1941
«Gazeta do Sul», Editora
1.ª e 2.ª edições
2 livros juntos pelo editor no mesmo volume
14,3 cm x 10,7 cm
120 págs. + 70 págs.
contos coligidos: [a] «Panorama»; «O Regresso á Terra»; «Para Além Desta Vida»; «Inverno»; «Irmãos...»; «Valor Real»; «Ratinhos e Ceifeiros do Alentejo»; «A Balada da Noite Sem Fim»; «A Mensagem do Menino»; «A Grande Demanda»; [b] Ester
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nova Recolha de Provérbios o Outros Lugares Comuns Portugueses


MANUEL JOÃO GOMES, org. e pref.
capa e ilust. Henrique Manuel

Lisboa, Setembro de 1974
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
1.ª edição
21 cm x 14,6 cm
32 págs. + 388 págs. + 18 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do ex-ministro dos Assuntos Sociais, o falecido médico C[arlos Matos Chaves Mascarenhas de] Macedo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável trabalho de reunião de ditos e máximas do saber popular.

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